Coube a Emily Brontë escrever um livro sombrio e tempestuoso, no qual reconhecemos, o romance do destino e do desespero, um conto terrível e lindo que jamais poderíamos imaginar sair da pena de uma jovem de 25 anos no ano de1847. O Morro dos Ventos Uivantes é o único romance da autora. Foi publicado pela primeira vez sob o pseudônimo de Ellis Bell, e uma segunda edição póstuma foi editada por sua irmã Charlotte Brontë. A narrativa conta a história do amor abrangente e apaixonado, mas frustrado, entre Heathcliff e Catherine Earnshaw, e como essa paixão pode ser devastadora em todos os sentidos.
A abadia de Northanger é uma resposta brilhante e ao mesmo tempo divertida aos romances góticos populares na época. Catherine Morland, de apenas17 anos, cujo livro favorito é O castelo de Udolpho, está se preparando para se tornar uma heroína. O excesso romântico e o exagero sombrio alimentam a imaginação da jovem ao visitar uma antiga abadia, onde ela acredita que atos terríveis podem estar acontecendo. As consequências, porém, não são de forma alguma o que se poderia esperar.
Anna Karerina é uma mulher inteligente e bela da aristocracia da Rússia czarista que permeia círculos importantes de São Petersburgo, onde seu marido é um respeitado servidor público. O casamento de seu irmão entra em crise quando uma traição vem à tona e Anna intercede para que essa instituição não vá a falência, porém se questiona a respeito de sua própria felicidade e matrimônio quando uma paixão ameaça surgir. Crises familiares entre bailes da nobreza ilustram a alta sociedade russa neste romance clássico.
